AMB Lab e CNJ alinham atuação conjunta com foco em ferramentas de inovação que auxiliem na prestação jurisdicional

AMB Lab e CNJ alinham atuação conjunta com foco em ferramentas de inovação que auxiliem na prestação jurisdicional

“Essa articulação de ações visa a difusão da cultura de inovação, que deve estar cada vez mais presente no dia a dia de todos os Magistrados brasileiros”, ressaltou o Diretor do AMB Lab, Max Nunes

Visando a elaboração de soluções conjuntas em prol do Judiciário, o Diretor do Laboratório de Inovação e Inteligência da AMB (AMB Lab), Max Nunes, se reuniu com a Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Salise Sanchonete para tratar de pautas colaborativas com o LIODS CNJ – Laboratório de Inovação, Inteligência e ODS.

Durante o encontro, foram abordadas metodologias e ferramentas ágeis que possam melhorar a rotina dos juizados – estaduais e e federais – e a capacitação de laboratoristas por meio da Escola Nacional da Magistratura (ENM).

“As articulações de ações – em parceria com o Laboratório de Inovação do CNJ, bem como com os demais laboratórios de inovação do Poder Judiciário espalhados em diversos Tribunais – fazem parte do nosso planejamento estratégico e visa, sobretudo, a difusão da cultura de inovação, que deve estar cada vez mais presente no dia a dia de cada um dos Magistrados brasileiros”, ressaltou Max Nunes.

O Diretor do AMB Lab explicou que o primeiro contato com o LIODS demonstrou ser possível a construção de políticas públicas inovadoras, com foco no Poder Judiciário. São capazes de contribuir com a melhoria da prestação jurisdicional, entregando resultados satisfatórios para a sociedade.

De acordo com a Conselheira Salise Sanchonete, contar com essa parceria será de grande valia para o CNJ.

“Saber que existe a possibilidade de o Lab da AMB nos atender me deixa muito contente. Recentemente, eu criei um grupo com juizados estaduais e federais do país, e um dos temas que eles levantaram foi a falta de agilidade e de metodologias eficientes que possam ser empregadas para melhorar o fluxo, a prestação jurisdicional, e então acredito que temos um campo muito fértil para trabalhar com esse filão que está se abrindo”, disse a Conselheira. Ela destacou ainda que o CNJ não tem laboratoristas próprios, e que o Lab da associação será um parceiro importante.

As pautas tratadas serão avaliadas para que seja traçado um plano de atuação conjunta. O próximo encontro para análise das propostas está previsto para o mês de abril.

Também participaram da discussão a Juíza Auxiliar do CNJ Lívia Peres, e a Coordenadora Executiva da Escola Nacional da Magistratura (ENM), Marcela Bocayuva.

Walquene Sousa (Ascom AMB Lab)